QUEM FAZ PARTE DO GRUPO
Somos
dois grandes amigos da faculdade, Gustavo Medeiros (24 anos), natural de
Sarapuí -SP, e Luciano Pretzel (24 anos), natural de Marechal Cândido Rondon -
PR .
COMEÇO DA NOSSA HISTÓRIA
O
grupo Pernas de Aço foi criado em 10 de novembro de 2013, com o objetivo
inicial de unir os amigos que buscavam pedalar algumas vezes na semana. A ideia
das cicloviagens surgiu mais tarde, onde a motivação principal era descer a
Estrada da Graciosa na serra do mar. Sem experiência alguma, pretendíamos sair
de Campo Mourão e percorrer a maior parte do trajeto de ônibus, pedalando
somente o trecho de ida entre Curitiba e o litoral paranaense. Em meio à
escassez de recursos financeiros e tendo como referência a história de alguns
cicloviajantes que percorreram o mundo, resolvemos por fim pedalar todo o
percurso. Com o intuito de se preparar para essa empreitada, começamos
realizando pequenas cicloviagens. A primeira delas aconteceu no carnaval do ano
de 2016, a partir daí, mais duas foram realizadas até iniciarmos a travessia
pelo Paraná.
![]() |
| Cicloviagem ao Salto Paiquerê, Mariluz - PR (veja o vídeo). |
Inicialmente
não tínhamos a pretensão de atravessar o estado do Paraná, a viagem para o
oeste seria apenas mais um treino pouco antes da expedição para o litoral. O
plano inicial era percorrer de Campo Mourão a Cascavel, porém no meio do
caminho verificamos que seria possível estender a viagem e decidimos seguir até
Marechal Cândido Rondon. Quando chegamos ao destino, alteramos novamente o
percurso objetivando conhecer a praia artificial de Entre Rios do Oeste,
situada junto ao lago de Itaipu. Como resultado dessas mudanças, conhecemos melhor a região oeste do estado, percorrendo cerca de 600 km.
Logo após essa viagem, realizamos a expedição para o litoral paranaense, concluindo assim a travessia pelo estado, totalizando cerca de 2000 km.
O objetivo inicial da cicloviagem ao litoral era
descer a Estrada da Graciosa, e por fim, se ampliou na vontade de conhecer mais
o estado do Paraná e suas belezas. Nessas aventuras encontramos a simplicidade
e carregamos somente o essencial sobre as magrelas, assim, dependemos mais das
pessoas, fazendo novas amizades e carregando nossas bagagens com muitas
histórias.
Depois da travessia pelo Paraná, concluímos a faculdade de Engenharia Ambiental e imediatamente partimos para a nossa nova expedição, a Cicloviagem Ayni. Essa viagem foi só o começo do grande projeto que estamos trabalhando agora, o "Expandindo Mundos".
Nas primeiras viagens o nosso querido amigo Leonardo nos acompanhava, mas após terminarmos a faculdade, ele encontrou outras atividades, permanecendo somente Luciano e Gustavo no grupo.
Depois da travessia pelo Paraná, concluímos a faculdade de Engenharia Ambiental e imediatamente partimos para a nossa nova expedição, a Cicloviagem Ayni. Essa viagem foi só o começo do grande projeto que estamos trabalhando agora, o "Expandindo Mundos".
Nas primeiras viagens o nosso querido amigo Leonardo nos acompanhava, mas após terminarmos a faculdade, ele encontrou outras atividades, permanecendo somente Luciano e Gustavo no grupo.
MAIOR DIFICULDADE PARA
VIAJAR
Apesar
da simplicidade em se viajar de bicicleta, as cicloviagens exigem planejamento,
companheirismo, dedicação, coragem e paciência. Nos colocamos, às vezes, em
situações mais complicadas, como a dificuldade em encontrar um local para
dormir, lidar com pouca água e comida, adoecer durante o percurso ou vencer as
longas subidas, as fortes chuvas e o calor. Apesar das variáveis que surgem no
trajeto, notamos que a maior dificuldade sempre foi encontrar tempo hábil para
realizar as viagens, de modo que concilie as pedaladas com os compromissos dos
integrantes do grupo.
O QUE CONQUISTAMOS COM AS
VIAGENS
Acreditamos
que as maiores conquistas estão atreladas ao nosso crescimento pessoal, onde
aprendemos a trabalhar com as dificuldades de maneira mais tranquila,
descobrimos o quanto somos capazes, aprendemos a nos conectar verdadeiramente
com o mundo e as pessoas e que não necessitamos ir muito longe para conhecer e
viver. Agora vemos que viajar é existir e apesar do perigo das estradas, o
maior risco é não sair de casa.
Pelas
estradas que já percorremos, conseguimos notar que ao utilizar a bicicleta como
veículo é possível explorar mais os locais por onde passamos e estabelecer
relações mais humanas e próximas com as pessoas. Assim, indicamos o
cicloturismo a todos!
Estamos
a disposição para bater um papo com os interessados através de nossa fanpage no
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os Pernas de Aço, pode acessar o item APOIAR / LOJA no menu e também
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Abraço
dos Pernas! AVANTEE





